Abril 2009 - Posts
Foi anunciado uma grande novidade, no que diz respeito ao Microsoft Hyper-V Server 2008 R2, segundo a MS, a nova versão gratuita do Hyper-V Server (ainda em Beta), vai ter Live Migration e cluster de Host disponível nesta nova versão.
No Outono passado foi lançado o Microsoft Hyper-V Server 2008, o produto standalone de virtualização baseado no hypervisor da Microsoft que está disponível gratuitamente desde o seu lançamento.
Estão a ser adicionadas mais funcionalidades no próximo lançamento do Microsoft Hyper-V Server 2008 R2. Desta forma vamos poder assegurar que todos podem virtualizar o ambiente de TI com um custo efectivo (TCO) muito menor e ao mesmo tempo ter acesso a funcionalidades corporativas como o Live Migration e o Serviço de Cluster para alta-disponibilidade (que só estava disponível na versão Enterprise do Windows Server). Assim além das melhorias da escabilidade e do desempenho nesta versão, pode usufruir das capacidades do Live Migration, bem como da alta-disponibilidade através do cluster de anfitriões (de até 16 nós), sem qualquer custo.
O Microsoft Hyper-V Server 2008 R2 vai continuar a ser gratuito. Para poder ver todas as novas funcionalidades do Microsoft Hyper-V Server 2008 R2, pode fazer download da versão BETA e começar a testar.
Use o seguinte procedimento para customizar o rating de anfitriões quando for implementar ou migrar máquinas virtuais. Estes ajustes substituem os padrões de colocação de máquinas virtuais que estão definidos a nível do sistema na view Administration.
Este procedimento fornece instruções para customizar o rating de anfitriões de qualquer dos seguintes assistentes:
· New Virtual Machine
· Clone Virtual Machine
· Convert Physical Server
· Convert Virtual Machine
· Deploy Virtual Machine
· Migrate Virtual Machine
Para customizar o rating de anfitrião
1. Na página do assistente Select Virtual Machine Host, clique em Customize Ratings.
2. Clique guia Placement options, e depois seleccione um dos seguintes objectivos na determinação do anfitrião mais apropriado para as máquinas virtuais:
a. Load balancing - A conformidade do anfitrião é avaliado com base na intenção para distribuir igualmente a carga de processamento entre todos os anfitriões escolhidos para a colocação da máquina virtual
b. Resource maximization - A conformidade do anfitrião é avaliado com base na intenção de consolidar múltiplas baixas utilizações de cargas de trabalho num único anfitrião. A colocação de máquinas virtuais nestes casos, envolve determinar o limite da capacidade de um anfitrião em particular e colocar as máquinas virtuais nesse anfitrião até que esse limite seja atingido.
3. Debaixo de Resource importance, indique a importância relativa da colocação em utilização de CPU, Memória disponível, I/O de Disco e utilização de rede aquando da actual colocação da máquina virtual.
4. Clique na guia VM Load, e depois modifique a caracterização da actual carga de trabalho para essa máquina virtual. Para novas máquinas virtuais, os valores são os de padrão. Para máquinas virtuais existentes, estes valores são actualizados baseando-se na colecta de contadores de performance:
a. No CPU:
Expected utilization (%) — O padrão é 20%.
b. No Disco:
Required physical disk space (GB) — O padrão é 2 GB.
Expected disk I/O per second (IOPS) — O padrão é 0.
c. Na Rede:
Expected utilization (megabits per second) — O padrão é 0.
Este post fornece instruções passo a passo fazer upgrade ao System Center Virtual Machine Manager 2008 par o System Center Virtual Machine Manager (VMM) 2008 R2 Beta, sem perder os dados precedentes do VMM 2008. Se não quiser ficar com os dados existentes, pode sempre desinstalar VMM 2008, ao selecionar a opção de remoção dos dados na página das opções no Uninstallation, e execute então uma instalação limpa VMM de 2008 R2 beta.
Fazer o upgrade para o VMM 2008 R2 Beta através do VMM 2007, não é suportado. Para fazer upgrade do VMM 2007 para o VMM 2008 R2 Beta, tem primeiro que fazer upgrade do VMM 2007 para VMM 2008 e depois fazer upgrade do VMM 2008 para o VMM 2008 R2 Beta. Para saber como fazer uprgrade de VMM 2007 para VMM 2008, veja um post anterior - Como Migrar o VMM 2007 para o VMM 2008.
Atenção Para evitar qualquer perda de informação importante, deve ser fazer o upgrade e avaliar o VMM 2008 R2 Beta somente em ambiente de teste. Após ter feito o upgrade à base da dados do VMM 2008 para VMM 2008 R2 Beta, não tem como voltar atrás, é irreversível. Se decidir não continuar com a versão do VMM 2008 R2, toda e qualquer informação colhida após o upgrade será perdida.
Importante Após fazer o upgrade do VMM, todos os jobs que estavam em execução antes do upgrade, irá aparecer no histórico do jobs; contudo esses mesmos jobs não poderão ser reiniciados após o upgrade. É recomendado que deixe terminar completamente todos os jobs antes de fazer o upgrade do servidor VMM. Jobs que forma cancelados durante o upgrade, não podem ser reiniciados após o upgrade ter sido finalizado.
Para fazer upgrade do Virtual Machine Manager 2008
1. Fazer logon no servidor onde o VMM 2008 está instalado.
2. No DVD ou partilha de rede, executar o SETUP.EXE
Importante Se está a aceder através de uma patilha de rede para instalar os componentes do VMM, deve ter definido a segurança apropriada (permissões) na pasta partilhada, a fim de assegurar que acesso não autorizados ou utilizadores não autorizados possam ter acesso ou alterar o conteúdo da partilha.
3. No meno Setup, clique no VMM Server para abrir o assistente de upgrade do System Center Virtual Machine Manager 2008 Beta
4. Na página de confirmação, verifique a lista dos componentes do VMM que já estão instalados no servidor, e faça o upgrade a todos os componentes do VMM ao clicar em Upgrade.
Nota Se quiser mover um ou mais componentes do VMM instalados para outro servidor para a implementação do VMM R2 Beta, clique em Cancel, desinstale esses componentes do VMM desse servidor, e execute novamente o SETUP.EXE
5. Na página SQL Server Settings, providencie as credenciais que têm permissão de acesso e update na base de dados do VMM, para isso faça o seguinte:
a. Para usar as mesmas credenciais que está a utilizar no login, clique Next
b. Para providenciar outras credenciais, seleccione a check box Use the following credentials, e depois escreva as credenciais
Importante Se algum job estiver a correr quando iniciou o upgrade, irá receber uma mensagem de aviso. Pode fazer uma das seguintes acções:
É recomendado que deixe completar todos os jobs antes de começar a fazer o upgrade do servidor VMM. Os jobs que forem cancelados durante o upgrade, não poderão ser reiniciados, após o upgrade ter sido completado com sucesso.
6. Na página de Conclusão, clique em Close
Importante Deve também executar o assistente de System Center Virtual Machine Manager 2008 para fazer upgrade de qualquer componente do VMM 2008 que tiver instalado em outros servidores, incluindo a consola de Administrador do VMM e o Self-Service Portal do VMM.
7. Para fazer um refresh a um on-demand host, numa consola de Administrador do VMM em que foi feito upgrade, na view Hosts seleccione uma ou mais máquinas virtuais host, e depois no painel de Acção (Actions pane), clique em Refresh.
Pode verificar o status do refresh do hosts, na view dos Jobs
8. Após o host ter sido actualizado (Refresh), irá ter um status de Needs Attention, excepto para o servidor de VMM se este tiver a servir o host. Por causa de hosts stand-alone continuarem a ter a versão anterior do agente do VMM instalado. Como estes hosts estão totalmente funcionais, não é necessário fazer o upgrade de imediato do agente em todos os hosts.
Nota Para não ter uma performance adversa, é recomendado que faça a actualização (refresh) dos hosts em conjunto de 10 a 25 por refresh.
9. Para actualizar o hosts, na view Hosts, seleccione um ou mais hosts com o status Needs Attention, e no painel de acções, clique em Update Agent.
Pode verificar o status da actualização do agente na view do Jobs. Quando a actualização tiver completa, o status do hosts vai estar OK.
10. Na consola do Administrador do VMM, na view Library, seleccione um ou mais servidores de biblioteca, e depois no painel de acções, clique em Refresh.
Pode verificar o status do refresh do servidor de biblioteca, na view dos Jobs.
11. Após o refresh estar completo, na consola do administrador do VMM, navegue até à view Administration, e clique em Managed Computers.
12. Seleccione um ou mais servidores que tenham o papel de biblioteca e o status do agente como Upgrade Available, e depois no painel de acções, clique em Update Agent.
Pode verificar o status da actualização do agente na view de Jobs. Quando a actualização tiver concluída, o servidor biblioteca irá ter o status da versão como Up-to-date.
Pode instalar a console do administrador do System Center Virtual Machine Manager 2008 (VMM) no mesmo computador que o servidor VMM ou pode instalar a console do administrador VMM em um computador com um diferente sistema operativo suportado, e depois conecta então ao servidor VMM remotamente. Para quais os sistemas operativos suportados para a console do administrador VMM, veja a figura 1.

Figura 1 - Sistemas operativos suportados para componentes do VMM.
Importante
Para permitir que os administradores do Systems Center Operations Manager possam executar tarefas em anfitriões da máquina virtual e em máquinas virtuais dentro do System Center Virtual Machine Manager 2008 Management Pack, deve instalar a console do administrador VMM no servidor Operations Manager 2007, e depois instalar a console do Operations Manager 2007 no servidor VMM. Quando instalar a console do administrador VMM no servidor VMM, o assistente de instalação vai igualmente instalar o Windows PowerShell - a linha de comando do Virtual Machine Manager, que é exigido para que os administradores do Operations Manager executem estas tarefas. Pode instalar a console do administrador VMM no servidor do Operations Manager 2007, através do Setup do VMM. Isto para habilitar o PRO no VMM 2008.
Nota
Se instalar a console do administrador do VMM no mesmo computador que o servidor de VMM e se o User Account Control (UAC) está habilitado, os servidores não poderão usar a acção EXPLORE na biblioteca para abrir e explorar uma parte da biblioteca partilhada, a menos que esse servidor tenha concedido permissões à parte para a partilha fora do VMM.
Antes de instalar a console do administrador VMM, reveja os pré-requisitos de software e hardware para a instalação. Para mais informação, veja exigências de sistema: System Requirements: VMM Administrator Console.
Use o seguinte procedimento para instalar a console do administrador VMM, e para abrir a console do administrador VMM e para conectá-lo a um servidor VMM. Para executar este procedimento, deve ter privilégios do administrador para o computador.
Para instalar a console do administrador VMM
1. No CD do produto ou numa partilha da rede, double-click em Setup.exe.
Importante
Se vai utilizar a partilha da rede para instalar os componentes VMM, deve aplicar a segurança apropriada à partilha para assegurar-se de que os servidores não autorizados ou não autenticados, não possam alcançar ou alterar os conteúdos da partilha.
2. No menu de instalação, clique em VMM Administrator Console.
3. Na página da actualização de Microsoft Update, indique mesmo se quer usar Microsoft Update.
Nota
Se tem escolhido previamente usar Microsoft Update neste computador, a página do Microsoft Update não aparece.
4. Na página Prerequisites Check, reveja todos os avisos sobre condições inadequadas dos pré-requisitos de hardware e/ou de software ou alertas sobre exigências sobre algum software a desinstalar. Para mais informação, veja exigências de sistema: VMM console do administrador.
Nota
Pode continuar a instalação se receber avisos, mas deve resolver todos os alertas para não ter problemas mais tarde.
5. Na página Installation Location, escreva o caminho da instalação para os ficheiros de programa ou para use o caminho padrão, e depois clique em Next.
6. Na página Port Assignment, escreva o port que quer se usar para a console do administrador VMM para se comunicar com o servidor VMM.
Importante
O ajuste do port que vai atribuir para a console do administrador VMM deve ser idêntico ao ajuste do port que foi atribuído para a console do administrador VMM durante a instalação do servidor VMM. Para saber quais os ports veja o post anterior (Protocolos e Ports do VMM).
7. Na página Summary of Settings, reveja as definições e faça um do seguinte passos:
● Clique em Previous para mudar quaisquer definições
● Clique em Install para instalar a console do administrador VMM.
8. Na página da Installation, faça o seguinte:
● Para verificar se há actualizações VMM as mais actualizadas quando o assistente se fechar, deixe a opção Check for the latest Virtual Machine Manager updates seleccionada.
● Para criar um atalho da console do administrador VMM no desktop, deixe a opção Create a shortcut to the VMM Administrator Console on my desktop seleccionada.
● Para abrir a console do administrador VMM quando fechar o assistente, seleccione a opção Open the VMM Administrator Console when the wizard closes.
● Clique Close.
Nota
A primeira vez que abre a console do administrador VMM, a caixa de diálogo Connect to Server do servidor abre.
9. Na caixa de diálogo Connect to Server, faça um do seguinte:
● Se instalou a console do administrador VMM no mesmo computador que o servidor VMM, o clique em Connect para conectar ao servidor VMM local (localhost) que vai usar o port que atribuiu durante a instalação do servidor VMM.
● Para conectar a console do administrador VMM ao servidor VMM em um computador diferente, na caixa de diálogo Server name, escreva o nome do computador onde o servidor VMM foi instalado, seguido pelo port da conexão que foi atribuiu durante a instalação desse servidor VMM.
Nota
Se quiser conectar à console do administrador VMM a um outro servidor VMM na próxima vez que abrir a console do administrador VMM, deve retirar a opção Make this server my default.
10. Clique em Connect.
Este post explica a política de suporte da Microsoft para executar software de servidor nos seguintes ambientes de virtualização:
· Windows Server 2008 com o Hyper-V
· Microsoft Hyper-V Server 2008
· Programa de validação de virtualização de servidor (SVVP)
Nota Para mais informações, pode visitar o seguinte Web site: http://www.windowsservercatalog.com/svvp/
(http://www.windowsservercatalog.com/svvp/)
A Microsoft suporta o software de servidor que está a ser executado em ambientes de virtualização que estão listados mais abaixo. Este suporte está sujeito à política Microsoft Support Life-Cycle.
Em alguns casos, são necessárias para suporte versões específicas do software de servidor. Estas versões estão indicadas no post, e as versões suportadas podem ser actualizadas conforme necessário.
Nota Nem todas as aplicações de software são bons candidatos para serem executados num ambiente virtual. Por exemplo, se uma aplicação tiver requisitos de hardware específicos, como o acesso a uma placa PCI física, as aplicações não poderão ser suportadas numa máquina virtual. Isto acontece porque normalmente máquinas virtuais não têm acesso ao hardware físico subjacente.
Lista de software de servidor suportado virtualmente
· Microsoft Application Virtualization (app-V)
Microsoft Application Virtualization 4.5 e versões posteriores como a Management Server, o servidor de colocação na sequenciador, cliente de serviços de terminal e ambiente de trabalho cliente são suportadas.
· O Microsoft BizTalk Server
Microsoft BizTalk Server 2006 R2, BizTalk Server 2006 e BizTalk Server 2004 são totalmente suportados quando são instalados num sistema operativo suportado que está em execução no Windows Server 2008 Hyper-V (842301 (http://support.microsoft.com/kb/842301/ ) Suporte do Microsoft BizTalk Server numa máquina virtual).
· Microsoft Commerce Server
Microsoft Commerce Server 2007 Service Pack 2 e versões posteriores são suportadas.
· Microsoft Dynamics AX
Microsoft Dynamics AX 2009 (servidor e cliente) e versões posteriores são suportadas.
· Microsoft Dynamics CRM
O Microsoft Dynamics CRM 4.0 e versões posteriores são suportadas.
· Microsoft Dynamics NAV
Microsoft Dynamics NAV 2009 e versões posteriores são suportadas.
· Microsoft Exchange Server
Microsoft Exchange Server 2003, Microsoft Exchange Server 2007 Service Pack 1 e versões posteriores são suportadas.
· (http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=124624Microsoft Forefront Client Security
Microsoft Forefront Client Security é suportada.
· Microsoft Intelligent Application Gateway (IAG)
O Microsoft Intelligent Application Gateway 2007 Service Pack 2 e versões posteriores são suportadas.
· Microsoft Forefront Security para Exchange (FSE)
Microsoft Forefront Security para Exchange Server Service Pack 1 (SP1) ou superior é suportada.
· Microsoft Forefront Security para SharePoint (FSP)
Microsoft Forefront Security para SharePoint Service Pack 2 (SP2) ou superior é suportada.
· Microsoft Host Integration Server
Microsoft Host Integration Server 2006 e versões posteriores são suportadas.
· Microsoft Internet Security and Acceleration (ISA) Server
Microsoft ISA Server é suportado.
· Microsoft Office Groove Server
Microsoft Office Groove Server 2007 Service Pack 1 e versões posteriores são suportadas.
· Microsoft Office PerformancePoint Server
Microsoft Office PerformancePoint Server 2007 Service Pack 2 e versões posteriores são suportadas.
· Microsoft Office Project Server
Microsoft Office Project Server 2007 Service Pack 1 e versões posteriores são suportadas.
· Microsoft Office SharePoint Server e o Windows SharePoint Services
Microsoft Office SharePoint Server 2007 Service Pack 1 e versões posteriores são suportadas. O Windows SharePoint Services 3.0 Service Pack 1 e versões posteriores são suportadas.
· Microsoft Operations Manager (MOM) 2005
Microsoft Operations Manager 2005 Service Pack 1 (apenas agentes) é suportada.
Nota O System Center Operations Manager 2007 ou uma versão posterior é necessário para gerir o Windows Server 2008 e versões posteriores.
· Servidor de procura da Microsoft
Microsoft Search Server 2008 e versões posteriores são suportadas.
· Windows Essential Business Server 2008
Windows Essential Business Server 2008 e versões posteriores são suportadas.
· O Windows Small Business Server 2008
O Windows Small Business Server 2008 e versões posteriores são suportadas.
· Microsoft SQL Server 2005 e SQL Server 2008
Para suporte do SQL Server 2005 e SQL Server 2008, consulte o artigo da base de dados de conhecimento: KB956893 - Support policy for Microsoft SQL Server products that are running in a hardware virtualization environment (http://support.microsoft.com/?id=956893)
· Microsoft System Center Configuration Manager
Sistema Center Configuration Manager 2007 Service Pack 1 (servidor e agentes) e versões posteriores são suportadas.
· Microsoft System Center Data Protection Manager
Microsoft Systems Center Data Protection Manager 2007 é suportada quando está a ser executado dentro de uma máquina virtual, desde que os discos do conjunto de armazenamento DPM sejam disponibilizados directamente para a máquina virtual da DPM como um dos seguintes procedimentos:
-
- Discos de passagem (Pass-through)
- Discos de destino de iSCSI
- Discos de destino FC SAN
Também pode efectuar cópias de segurança para as máquinas virtuais ao utilizar um agente DPM instalado no computador anfitrião ou instalar o agente do DPM na máquina virtual directamente.
· Microsoft System Center Essentials
Microsoft sistema Center Essentials 2007 Service Pack 1 e versões posteriores são suportadas.
· Microsoft System Center Operations Manager
Microsoft System Center Operations Manager 2007 (servidor e agentes) e versões posteriores são suportadas.
· Microsoft System Center Virtual Machine Manager
Microsoft System Center Virtual Machine Manager 2008 (servidor e agentes) e versões posteriores são suportadas.
· Microsoft Systems Management Server (SMS)
Sistemas Management Server 2003 Service Pack 3 (apenas agentes) é suportada.
Nota O System Center Configuration Manager 2007 Service Pack 1 ou posterior é necessário para gerir o Windows Server 2008 e versões posteriores.
· Microsoft Visual Studio Team System
Microsoft Visual Studio Team System 2008 e versões posteriores são suportadas.
· HPC do Microsoft Windows Server 2008
Microsoft Windows HPC Server 2008 e versões posteriores são suportadas.
· Windows Server 2003 Web Edition
Windows Server 2003 Web Edition com Service Pack 2 é suportado.
· Microsoft Windows Server Update Services (WSUS)
Microsoft Windows Server Update Services 3.1 e versões posteriores são suportadas.
· Web do Windows Server 2008
Windows Server 2008, Web é suportada.
A Microsoft Application Virtualization (ou App-V) era conhecida como SoftGrid, e chegou à Microsoft por meio da aquisição da empresa que criou a SoftGrid, chamada Softricity.
A melhor forma de abordar a App-V é primeiro falar sobre os desafios enfrentados por profissionais de TI em termos de gestão corporativa. Actualmente, o desktop de negócios se pauta por aplicativos. Antes da instalação de um aplicativo, ele deve passar por um longo teste de regressão para garantir que seja capaz de coexistir com os demais aplicativos instalados no sistema sem que haja impacto na possibilidade de execução apropriada. Em seguida, o aplicativo deve passar por uma série de processos de implementação antes de chegar à produção. E como um aplicativo só está disponível, essencialmente, onde está instalado, os utilizadores estão vinculados a computadores específicos. Isso complica ainda mais projectos complexos, embora críticos como, por exemplo, migrações de sistema operativo e aplicativo, actualizações de segurança e planeamento de recuperação de desastre.
A App-V muda tudo isso. Em vez de ser uma série complexa de etapas demoradas que esgotam recursos, a administração de desktop se torna um processo mais simples, automatizado com a App-V. É possível implementar, corrigir, actualizar e encerrar aplicativos mais facilmente e com melhores resultados.
Com a App-V, um utilizador pode se sentar em qualquer desktop e aceder aos seus aplicativos. Os aplicativos são oferecidos sob demanda, mas executados como se estivessem instalados localmente. Por isso, não há necessidade de instalar os componentes do aplicativo ou alterar o dispositivo no host.
Esse uso da virtualização poderia alterar drasticamente a forma como os profissionais de TI gerem os desktops. Por outro lado, deixar de alterar o dispositivo host e executar os aplicativos virtualizados apresenta inúmeras vantagens, inclusive:
· Menos conflitos de aplicativo
· Actualizações de aplicativo mais rápido e fáceis
· A possibilidade de executar várias versões do mesmo aplicativo lado a lado
· Aplicativos flexíveis que acompanham utilizadores online e offline
· Redução do teste de regressão entre aplicativos
A arquitectura da App-V
A plataforma consiste em poucos componentes principais: um sequenciador, um banco de dados, clientes, um servidor de gestão, um servidor de streaming e uma console de gestão (consultar a Figura 1).

Figura 1 Layout de um ambiente da App-V
No núcleo do sistema App-V está no cliente App-V. Existem dois tipos de cliente que podem ser usados: o cliente do Terminal Server e o cliente de desktop. Em ambos os casos, o cliente deve ser instalado em cada desktop e Terminal Server no qual pretende implementar os aplicativos virtuais. O cliente ocupa, relativamente, pouco espaço em disco. É instalado um driver e apresenta um componente de runtime do utilizador visível mostrado como um indicador na bandeja.
O cliente obtém uma lista dos aplicativos virtuais do App-V Management Server e exibe os aplicativos virtuais disponíveis. Trata a inicialização desses aplicativos (quando iniciado pelo utilizador) e a gestão da cache do lado do cliente. O cliente também é responsável por gerir a criação do ambiente de runtime virtual e garantir que cada ambiente seja executado na bolha virtual própria. Esse ambiente virtual inclui vários componentes, inclusive um Registo virtual, um sistema de ficheiros virtuais e um gestor de serviços virtuais.
Existem três opções de implementação de infra-estrutura disponíveis na App-V 4.5: infra-estrutura completa, infra-estrutura leve e modo autónomo. Quando se implementa uma infra-estrutura completa, o back-end inclui o App-V Management Server e o App-V Streaming Server (trata-se de um componente novo). O App-V Management Server hospeda e oferece os aplicativos virtuais centralizados, bem como actualiza os aplicativos virtuais quando patches ou actualizações são aplicados.
Esse servidor de gestão depende do SQL Server para hospedar a base de dados da App-V, que contém a configuração e as definições de aplicativos virtuais. Deve usar grupos do Active Directory como a ferramenta de gestão centralizada para provisionar e controlar permissões para aplicativos virtuais.
Para gerir as definições e a configuração, a plataforma App-V fornece um Web service do Microsoft .NET Framework que pode ser carregado no mesmo servidor, desde que o IIS esteja instalado. Esse Web service funciona como um elo entre o App-V Management Console – um snap-in do Console de gestão Microsoft (MMC) – e a base de dados da App-V. Os administradores podem usar o console para publicar e gerir aplicativos virtuais, atribuir grupos do Active Directory e controlar configurações do servidor, bem como executar relatórios de uso dos aplicativos virtualizados (consulte a Figura 2).

Figura 2 Console de gestão
A infra-estrutura leve inclui o servidor de streaming da App-V, que habilita recursos de streaming como, por exemplo, actualização de pacote/activo. Essa opção não exige o Active Directory ou o SQL Server; não tem nenhum serviço de configuração de desktop e não conta com recursos de licenciamento e medição. No entanto, a infra-estrutura leve não permite que recursos de streaming sejam adicionados ao System Center Configuration Manager (SCCM) e a outras soluções em implementação de software corporativo (ESD) de terceiros.
No modo autónomo, o sequenciador da App-V pode criar um ficheiro MSI que automatiza a adição do aplicativo virtual (consulte a Figura 3). O ficheiro MSI contém metadados que permitem a qualquer sistema ESD reconhecê-lo e controlar o aplicativo virtualizado. Esse modo exige que o cliente aceda o modo autónomo, que só permite actualizações baseadas em MSI dos aplicativos virtuais, o streaming não é permitido no modo autónomo. Esse modo dá às organizações a possibilidade de usar os recursos de isolamento da App-V.

Figura 3 sequenciador da App-V
Os ficheiros MSI são muito flexíveis; podem ser executados de maneira totalmente autónoma com apenas um cliente App-V, não exigindo nenhum componente de servidor. Isso significa que podem ser implementados manualmente, com um disco ou por meio de ferramentas de implementação tradicionais.
Na App-V 4.5, HTTP e HTTPS agora são protocolos com suporte para streaming. Isso possibilita um melhor desempenho do streaming, com um protocolo adoptado mais amplamente, em especial do streaming em ambientes de rede de longa distância (WAN) e na Internet.
Como funciona toda a infra-estrutura da App-V
Um utilizador faz logon em um dispositivo que apresenta um dos clientes (serviços de terminal da App-V ou cliente de desktop) instalados, e o cliente envia uma solicitação para o servidor a fim de obter uma lista de aplicativos atribuídos ao utilizador actual. O servidor comunica com o Active Directory para determinar de quais grupos o utilizador é membro e, em seguida, retorna a lista dos aplicativos para o cliente. O cliente começa a criar anúncios para os aplicativos virtuais atribuídos a esse utilizador em especial.
Nesse processo de publicação, várias acções são realizadas:
· os ficheiros de configuração são copiados
· os ícones da área de trabalho são criados
· os links Enviar Para são criados
· as pastas no menu Iniciar são criadas
· os tipos de ficheiro são configurados
Esse processo é muito rápido e, o que é mais importante, garante que o ambiente seja exactamente como o utilizador espera, sem nenhuma alteração visual. Os aplicativos virtuais funcionam como se estivem instalados localmente, mas, é claro, não alteram a máquina host. Os ícones, em vez de apontar para executáveis que residam no directório de ficheiros de programa, apontam para o cliente da App-V, que depende de um ficheiro de inicialização (um ficheiro OSD) para a configuração.
É importante observar que esse processo tem um impacto mínimo sobre a rede porque, diferentemente das implementações de software tradicionais, nada é instalado. Isso tem benefícios enormes, especialmente em ambientes de utilizador móveis, porque os aplicativos estão disponíveis para o utilizador, mas nada é efectivamente oferecido até a inicialização de um aplicativo. Esse método de anúncio também é o que fornece os recursos de aplicativo sob demanda e móveis da App-V.
Quando o utilizador inicia um aplicativo virtual, o cliente lê um ficheiro de configuração OSD, armazenado na máquina local. Isso informa ao cliente qual protocolo usar durante a comunicação com o servidor de gestão da App-V e em qual servidor o aplicativo reside.
O servidor apropriado responde ao cliente transmitindo o limite de inicialização inicial, normalmente entre 20 e 40 por cento de todo o aplicativo. Após a transmissão de todo o limite de inicialização (mais uma vez, apenas de 20 a 40 por cento do aplicativo), o aplicativo virtual está pronto para ser executado.
A transmissão é, de facto, um dos principais elementos da mudança de paradigma introduzida com a App-V. Ela pode enviar o suficiente de um aplicativo de forma que ele possa ser executado sem desperdiçar uma parte importante da largura de banda da rede. Todos os dados passados para o cliente residem em um ficheiro de cache local no dispositivo e qualquer inicialização posterior do aplicativo acontece na cache local, o que elimina tráfego de rede adicional.
Após a conclusão da transmissão do aplicativo virtual, o cliente cria um ambiente isolado que impede o aplicativo de alterar a máquina local (em outras palavras, o aplicativo não apresenta superfície do cliente). No entanto, o cliente permite ao aplicativo virtual aceder o sistema de ficheiros locais ao salvar e editar ficheiros, além de também permitir a interacção do aplicativo com serviços locais (como, por exemplo, a impressão), desde que o utilizador tenha os privilégios apropriados no sistema local. Mas qualquer alteração feita por um aplicativo virtual nos ficheiros do sistema local e no Registro é redireccionada para o ambiente virtualizado para que o dispositivo host permaneça inalterado.
Quando o aplicativo está em execução, todos os recursos que não foram usados anteriormente são fornecidos conforme necessário e armazenados em cache tendo em vista o uso posterior. A vantagem disso é que apenas os componentes exigidos pelo utilizador são carregados durante a primeira inicialização, e os recursos que não são necessários não consomem recursos de rede. (A nova versão fornece algumas melhorias no cache do lado do cliente que possibilitam um uso mais inteligente do cache e streaming em segundo plano).
Considere o Microsoft Office Word, por exemplo. Praticamente todos os utilizadores usam verificador ortográfico, por isso, ele faria parte da primeira inicialização. Mas e o recurso Ajuda do Word? Nem tantos utilizadores usam esse recurso e, por isso, ele não precisaria ser oferecido durante a primeira inicialização. Na verdade, ele seria enviado para um utilizador na primeira vez em que fosse acedido.
Quando o utilizador termina e fecha o aplicativo, o cliente desactiva o ambiente virtual e armazena todas as configurações do utilizador em um local específico do utilizador para que o ambiente possa ser mantido e recriado durante a próxima inicialização. Qualquer percentagem do aplicativo virtual transmitida permanece no cache local, sendo disponibilizada na próxima inicialização. E caso outro utilizador faça logon no mesmo sistema host e inicie o mesmo aplicativo virtual, o novo utilizador aproveita o aplicativo já armazenado na cache.
Para remover os anúncios de aplicativo virtual, basta remover o utilizador do grupo do Active Directory. E para desinstalar completamente o aplicativo virtual de um desktop, basta limpar a cache. Como o aplicativo jamais foi, de facto, instalado localmente, não há avisos incómodos perguntando "Deseja remover este componente partilhado?".
Mesmo que um aplicativo virtual seja armazenado em cache, isso não significa que todos os utilizadores tenham acesso a ele. Diferentemente dos aplicativos instalados localmente em que os utilizadores podem simplesmente pesquisar ou procurar executáveis para os quais não tenham direitos, não existem representações visuais ou físicas de que o aplicativo virtual exista, a menos que o utilizador tenha recebido direitos explícitos por meio dos grupos do Active Directory.
Actualizando aplicativos virtuais
A actualização é feita ao utilizar o sequenciador. Depois de ser revisado para incluir uma actualização, um aplicativo é colocado no servidor de gestão da App-V ao lado da versão anterior. Em seguida, o servidor notifica o cliente, durante a próxima inicialização, que foi feita uma alteração. Caso a versão anterior ainda esteja sendo usada, o utilizador continua tendo acesso a essa versão até que o aplicativo virtual seja fechado. Durante a próxima inicialização, as deltas que constituem a actualização são transmitidas para o cliente e carregadas no cache, o que resulta em uma versão actualizada do aplicativo.
Digamos que haja mil utilizadores a executar o Word 2000. Como é preciso actualizar o Word 2000 (word2K.sft) para o Word 2000 SP3, o administrador copia o ficheiro word2K.sft para a estação de sequência e selecciona Open for Package Upgrade no sequenciador. Ao seleccionar Open for Package Upgrade, o administrador começa a trabalhar ao utilizar o estado do pacote mais recente. Em seguida, pode copiar DLLs, executar actualizações ou patches no aplicativo virtual a fim de actualizá-lo para Word 2000 SP3. Depois, o administrador salva esse pacote actualizado.
O sequenciador atribui automaticamente um novo nome de ficheiro, word2K_2.sft, para impedir nomes de ficheiro duplicados e indicar a versão do sequenciamento. Esse novo pacote é colocado no mesmo diretório do pacote anterior no servidor de gestão da App-V de forma que o Word 2000 (word2K.sft) e o Word 2000 SP3 (word2K_2.sft) acabem a residir no mesmo diretório. Em seguida, o administrador usa o console de gestão da App-V para vincular esses dois ficheiros SFT.
No lado do cliente, os utilizadores que tenham uma sessão activa do Word 2000 sem o SP3 aberto continuam a funcionar normalmente. Os utilizadores que iniciarem uma nova sessão do aplicativo depois que o administrador terminar essa vinculação irão receber uma mensagem de que foi detectada uma alteração. Em seguida, o cliente começa a transmitir apenas as alterações delta entre word2K.sft e word2K_2.sft, é actualizado automaticamente o aplicativo para o Word 2000 SP3.
Por conta da natureza dinâmica dos aplicativos virtuais, a reversão também é bem fácil. Basta retornar ao console de gestão da App-V e remover a versão recém-adicionada. Isso faz com que o cliente seja revertido para a versão anterior durante a reinicialização. Para garantir que não haja crossover dos dados do pacote, o cliente limpa automaticamente o cache e retransmite o ficheiro STF apropriado. Trata-se de um compromisso justo quando considera o que deve ser feito para reverter uma actualização de aplicativo instalada fisicamente ao usar ferramentas de implementação de software mais tradicionais.
Para obter os benefícios da App-V, deve criar pacotes de aplicativos virtuais. É aí que entra em cena o sequenciador da App-V. Todo conhecimento e experiência que tem em script e criação de pacotes para ferramentas de implementação de software tradicionais irá facilitar a transição para o sequenciamento.
A maior parte das soluções em implementação de software depende de scripts que capturam a forma como um aplicativo se instala e, em seguida, duplica o processo em outras máquinas, elimina a necessidade de visitar todas as máquinas para instalar ou actualizar aplicativos. Após a instalação do aplicativo, as ferramentas de implementação de software comuns deixam de lado o pacote. Em seguida, deve instalar todas as dependências das quais o aplicativo pode depender, executar outros scripts ou executar etapas manuais para configurar o aplicativo de acordo com as necessidades.
A alteração fundamental na App-V é que o processo de sequenciamento gera uma imagem de um aplicativo já instalado, completo com dependências e configurações. Pode ser "executada" pelo cliente da App-V sem alterar o dispositivo em que está sendo executada.
O sequenciador gera vários ficheiros, sendo o mais importante deles o STF, que contém todos os activos do aplicativo, as dependências e as informações de configuração. Em alguns casos, pode conter vários aplicativos. Não é de surpreender que esse ficheiro seja bem grande. Há algumas opções de compactação, mas um bom conhecimento do desempenho da rede e do dispositivo é essencial. O ficheiro de ícone (.ico) criado pelo sequenciador é usado para anunciar o aplicativo virtual de forma que ele funcione como se estivesse instalado localmente.
O ficheiro OSD também é muito importante, e as opções são inúmeras. Por padrão, trata-se de um ficheiro baseado em XML usado para informar ao cliente da App-V como iniciar o aplicativo virtual. O ficheiro OSD também pode ser modificado para configurar e controlar como o aplicativo virtual é iniciado e executado. Sugiro que leia o Sequencing Admin Guide e o documento Sequencing Best Practices para se familiarizar com as propriedades e os valores disponíveis no ficheiro OSD (veja no site da comunidade getVIRTUAL).
Por fim, o novo ficheiro manifest.xml contém informações de configuração baseadas em pacote e podem ser usadas para integração com soluções ESD de terceiros e implementações de MSI. O sequenciador também pode gerar um ficheiro MSI para o pacote de aplicativo virtual. Pode ser usado para carregar os aplicativos virtuais em clientes autónomos (sem servidor) e por meio de um sistema ESD.
O próprio sequenciador é uma ferramenta baseada em assistente que orienta, o gestor, em meio ao processo de instalação de um aplicativo e transformação em um aplicativo virtual (consulte a Figura 4). A primeira etapa permite configurar propriedades padrão para o pacote. Entre essas propriedades, armazenadas no ficheiro OSD, estão o nome do pacote e os comentários. Algumas das configurações avançadas permitem especificar o servidor de transmissão, o directório de conteúdo e a quais sistemas operativos o pacote oferece suporte.

Figura 4 O assistente de sequenciamento
A segunda etapa é instalar, configurar e testar o aplicativo. Durante a instalação, o sequenciador captura todas as alterações feitas no sistema local, inclusive no sistema de ficheiros, no Registo e no sistema. Também existem alguns utilitários nesse assistente que permitem, por exemplo, a integração com o Windows Update.
A próxima etapa é configurar as associações do tipo de ficheiro e especificar onde os atalhos devem ser colocados. Entre locais padrão estão o menu Iniciar, a área de trabalho e a barra de início rápido, mas também é possível criar locais personalizados.
Em seguida, precisa iniciar o aplicativo e configurar o limite da primeira inicialização. Trata-se da etapa em que a App-V determina a parte inicial do aplicativo que precisa ser apresentada ao cliente para permitir a inicialização do aplicativo.
Para configurar esse código inicial (conhecido normalmente como bloco de recurso 1, ou FB1), basta iniciar o aplicativo e usar os recursos mais comuns exigidos pelos clientes. Por exemplo, inicie o Word e, em seguida, o verificador ortográfico. Qualquer DLL, ficheiro ou chave do Registo chamado pelo aplicativo durante essa fase é designado automaticamente como parte do FB1. Todos os ficheiros, as configurações ou os componentes não usados a essa altura são adicionados ao FB2. Em seguida, quando o aplicativo for usado, o cliente receberá um mapa do ficheiro STF que indica onde o FB1 começa e termina e onde estão os demais ficheiros no FB2 para que o cliente possa recuperá-los quando exigidos pelo aplicativo.
A etapa final do processo de sequenciamento é garantir que tudo esteja configurado correctamente. O sequenciador exibe a caixa de diálogo mostrada na Figura 5, que representa o SFT e permite fazer todas as adições finais ou alterações no pacote.

Figura 5 Confirmando e ajustando um pacote final
Versão 4.5
Após dois anos de criação, a App-V 4.5 é a primeira versão Microsoft do produto a ser lançada, e a promessa é de elevar a virtualização de aplicativo introduzindo várias melhorias importantes como, por exemplo, a interacção do aplicativo virtual dinâmico, a escalabilidade estendida e o melhor alinhamento com os requisitos de internalização e segurança Microsoft.
A interacção do aplicativo virtual dinâmico permite que aplicativos virtualizados interajam entre si. Essa interacção é conhecida como Dynamic Suite Composition (DSC). A DSC não substitui a possibilidade de adicionar vários aplicativos ao mesmo pacote. Na verdade, oferece uma forma de integrar dependências, middleware e plug-ins partilhados entre aplicativos virtuais.
Os administradores podem especificar quais aplicativos virtualizados podem interagir entre si. Por exemplo, vamos supor que tenha cinco aplicativos Web que exijam a mesma versão Java. Na App-V 4.1, teria que adicionar essa mesma versão Java a todos os cinco pacotes separados. E vamos supor que a versão Java precisasse de um patch. O administrador teria que corrigir os cinco pacotes diferentes. Usando a DSC, o Java pode ser empacotado uma vez e, em seguida, configurado como um pacote a ser usado por todos os cinco aplicativos Web. Dessa forma, o patch Java exigiria que o administrador corrigisse o pacote Java apenas uma vez.
O mesmo cenário se aplica a middleware e plug-ins. Pretendo blogar outros cenários de caso de uso na medida em que a Microsoft se aproximar do lançamento e finalizar todas as adições mais recentes.
Melhorias feitas na escalabilidade envolvem transmissão e infra-estrutura de back-end. Os componentes de back-end foram modificados para oferecer melhor suporte a cenários de clustering e failover, e a transmissão está mais amigável a WAN e LAN. As melhorias vêm de várias adições principais.
A primeira é o Streaming Server Component, que possibilita o streaming sem a necessidade de uma infra-estrutura de back-end do Active Directory do SQL Server. Ainda tem os grandes benefícios de uma entrega sob demanda e da actualização centralizada de pacotes, mas sem os grandes requisitos de back-end. Isso será muito usado em cenários de filial e na integração com soluções em ESD de terceiros.
O cliente da App-V também recebeu algumas melhorias. Por exemplo, agora o cliente armazena todas as informações de uso localmente de forma que elas possam ser controladas, independentemente do sistema cliente estar dentro ou fora da rede. A cache do cliente também foi expandido e melhorado tendo em vista um melhor desempenho em cenários com espaço em disco limitado. Agora também existe suporte ao sequenciamento de aplicativos que não estejam em inglês, executando a App-V em sistemas operacionais que não estejam em inglês e a localização em vários outros idiomas.